“Informação científica: proposta de um novo modelo para o Brasil”

Segundo Tenofir e King (1988), a crise dos periódicos foi verificada na década de 90, atestando que as estratégias que levaram a esta crise das assinaturas das revistas científicas resultaram em lucros menores para os editores e em custos maiores para os indivíduos, bibliotecas e os seus utilizadores.

Uma vez que as revistas científicas, na sua grande maioria, são financiadas pelo Estado, ou seja, com recursos públicos, os resultados dessas pesquisas deveriam ser de livre acesso.
Porém, isso não acontece no sistema de comunicação científica tradicional. Isto quer dizer então, que o pesquisador ou qualquer outro cidadão para ter acesso aquilo que foi produzido com o apoio do Estado, precisará de pagar pela assinatura de uma publicação científica.
Em suma, pode-se verificar que esta é sem dúvida uma situação paradoxal, isto é, para promover aquilo que produz o Estado é obrigado a arcar com os custos de manutenção das coleções das revistas em que são publicados os resultados da sua produção científica.

Para uma melhor noção desde problema,podemos visualizar nos links abaixo apresentados, que a assinatura de periódicos está insustentável.
1 http://www.journals.elsevier.com/chemical-engineering-science/
2 http://www.journals.elsevier.com/developmental-biology/

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s