Timeline de bibliometria

1913 Auerbach encontra a relação para as cidades alemãs do que conhecemos hoje como lei de Zipf

1922 Surge o termo “bibliografia estatística”: Wyndham Hulme

1922 Trabalho de Dresden na secção de Chicago (matemática)

1926 Lei de Lotka: “Frequência da distribuição da produção científica”

1927 Análise de citação: Gross & Gross

1929 Tese de doutoramento de Zipf

1934 Fontes de informação em assuntos específicos: lei de Bradford

1934 Paul Otlet usa o termo ‘bibliometria’ no seu ‘Traité de Documentation’

1935 ‘The psychobiology of language’: é a primeira formulação clara da lei de Zipf pelo próprio

1948 “Documentation”: Bradford

1948 Teoria matemática da comunicação: Claude Shannon

1948 Termo ‘librametrics’ proposto por Ranganathan

1949 Zipf: “Human behavior and the principle of least effort”

1954 Mandelbrot: Estrutura formal dos textos e comunicação

1955 “Citation indexes for science”: Garfield

1956 Brown baseia-se nos trabalhos de Fussler e o resultado das suas investigações permitiram determinar que o alto numero de fontes que os cientistas utilizavam em cada uma das disciplinas para potenciar a cooperação bibliotecária, como único meio para satisfazer as necessidades de informação cientifica que tinham este tipo de utilizador.

1956 Ideia de “Bibliographic coupling”: Fano

1958 Menzel – Segundo este “os métodos que utilizam os cientistas e engenheiros para aceder aos sistemas de informação, a procura que realizam, a pertinência ou não dos documentos”

1961-1965 Bibliographic coupling: Kessler

1963 Science Citation Index

1963 “Little science, big science”: Price

1963 Journal impact factor: Garfield & Sher

1965 “Networks of scientific papers”: Price

1966 Naukometria = scientometrics: Nalimov

1966-1968 Co-menção = co-citação: ideia de Rosengren

1968 Efeito Mateus: Merton

1969 “Statistical Bibliography: an interim bibliography” : Alan Pritchard

1969 Termo ‘bibliometrics’: Alan Pritchard

1969 Equivalência das leis bibliométricas: Fairthorne

1971 Brookes -Também utilizou as técnicas desenvolvidas por Bradford mas neste caso o objectivo não era apenas determinar o tamanho adequado da colecção de revistas científicas de uma biblioteca especializada mas também determinar os títulos que devia incluir.

1972 Crane – Realizou trabalhos com o fim de determinar os hábitos de comunicação que mantinham os cientistas nos denominados “colégios invisíveis” seria para conhecer o tipo de canais que utilizavam para transmitir a informação, as prioridades na investigação e o núcleo de fontes utilizadas.

1972 Brittain – Estudou os modelos de citação seguidos pelos investigadores com o fim de definir os sistemas de informação mais adequados as características detectadas.

1972 Hipótese Ortega: Coles

1973 Social Science Citation Index

1973 Co-citação: Henry Small + Irina Marshakova

1975 Categorias de citações: Moravcsik & Murugesan

1975 “First international Research Forum in Information Science (IRFIS)”: London – B.C. Brookes

1976 Sucesso alimenta sucesso: Price

1976 Permitiu medir o tamanho, crescimento e composição da literatura das ciências sociais.

1976 Journal Citation Reports

1977 Mandelbrot: “The fractal geometry of nature”

1978 Fundação da revista “Scientometrics”

1978 Arts & Humanities Citation Index

1978 Persuasão: Gilbert

1979 Termo ‘informetrics” : Nacke

1980 Callon, Michel – A sua principal contribuição teórica foi ter elaborado juntamente com Bruno Latour e John Law a actual e inovadora teoria actor-rede (ATN:Actor-Network Theory), teoria essa que consiste na progressiva constituição de uma rede na qual actores humanos e não-humanos assumem identidades de acordo com a sua estratégia de interacção.

1983 Análise de co-palavra: Callon and Courtial

1983 Avaliação da ‘big science’: Martin & Irvine

1983 Van Raan, Moed e a sua equipa realizam avaliações de grupos de investigação das universidades

1984 Eugene Garfield recebe a primeira medalha Derek J. de Solla Price medal (list of all awardees)

1985 Motivação para a citação: Terrence Brooks

1987 First International Conference (ISSI)

1987 Hamade  – Corroborou a importância do factor político nos hábitos da informação. Comparou a comunicação universitária e o número de publicações dos cientistas sociais que viviam ou foram educados em países do Este Europeu.

1989 L. Leydesdorff

1992 Nuria Amat – Segundo esta autora outra das causas do desenvolvimento dos “colégios invisíveis” é a ínfima qualidade dos documentos que recebem os cientistas a partir das bases de dados comerciais, ou a escassa eficácia demonstrada pelos centros de informação para fornecer os documentos que solicitam, por isso preferirem comunicar entre eles.

2004 – A definição de Webometria pore Bjorneborn e Ingwersen

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